
1 - No final da tarde ontem, em frente à porta principal da Praça de Toiros do Campo Pequeno decorreu o 1º "Encontro do Aficionado". Esta iniciativa contou com a colaboração da AMVAT (Associação de Médicos Veterinários de Actividades Taurinas), ANGF (Associação Nacional de Grupos de Forcados), APCTL (Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide), APET (Associação Portuguesa de Empresários Taurinos) e SNTP (Sindicato Nacional de Toureiros Portugueses).
A primeira nota vai para o mentor/promotor desta iniciativa: o José Fernando Potier. Não querendo esquecer ninguém (porque todos foram importantes), quero dar os Parabéns ao Presidente da ANGF que se mostrou incansável para que este encontro fosse um verdadeiro sucesso e uma verdadeira festa dentro da nossa Festa de Toiros. A mensagem foi espalhada com muita antecedência, via e-mail, via sms, através da simples mas eficaz palavra… Tudo serviu para que o maior número de aficionados e simpatizantes do nosso querido espectáculo marcasse presença. E a mensagem passou e foi bem recebida!
Foram muitos os aficionados que se juntaram em frente do Campo Pequeno e que se associaram ao 1º “Encontro do Aficionado”, mostrando que somos muitos e que queremos defender a cultura tauromáquica portuguesa, as nossas corridas, as nossas tradições. Muita gente de todas as idades e estratos sociais, gente famosa e ilustres desconhecidos, todos quiseram afirmar como sentem prazer em ir aos toiros e como estão dispostos a dar a cara pelo nosso espectáculo. Poderíamos ter sido mais? É verdade. Podiam ter aparecido mais aficionados, toureiros, forcados, ganadeiros, empresários, jornalistas taurinos… Também é verdade que houve muitos que apareceram e depois dispersaram para ir jantar antes da corrida. Mas na hora de concentrar e mostrar união, olhei para aquela moldura humana e senti-me feliz. Éramos bastantes (com as nossas T-Shirts brancas!), com muita esperança que a Festa ganhe vitalidade. Primeiro os discursos de agradecimento e louvor à Tauromaquia e depois a animação, com o folclore vindo directamente de Coruche. Os aficionados reunidos aplaudiram e mostraram que, quando querem, podem juntar as suas forças. E é assim que tem que ser: cerrar fileiras, reunir e defender aquilo que é nosso. Para a semana há mais. E todas as Quintas-Feiras taurinas do Campo Pequeno prometem juntar os aficionados portugueses. Gostava muito que as pessoas mantivessem esta dinâmica e que a mesma fosse alargada. Que todas as semanas aparecessem muitos mais – principalmente aqueles que têm responsabilidades dentro da Festa. Espero que assim seja porque o espírito do “Encontro do Aficionado” é muito genuíno e bem português!
2 – Uma nota para a irresponsabilidade do Governo Civil de Lisboa em permitir que se concentrassem duas manifestações para o mesmo local. É, de facto, muito pouco prudente deixar que duas concentrações que defendem posições tão distintas se juntem no mesmo local, à mesma hora. O nosso “Encontro do Aficionado” estava marcado há 15 dias. Os apoiantes da ANIMAL resolveram marcar também a já tradicional concentração com meia dúzia de activistas extremistas para a mesma hora e ao lado do nosso convívio. Não houve distúrbios e tudo acabou por correr bem. Mas não deixa de ser lamentar pensar que o Governo Civil de Lisboa podia ter promovido uma verdadeira batalha campal. Nas próximas semanas não sei como irá ser e se voltarão a ser autorizadas duas manifestações. Mas pede-se bastante mais sensatez aos responsáveis políticos e administrativos. Ainda neste campo, não me parece nada correcto estar um grupo de pessoas a prejudicar uma actividade económica estando colados à bilheteira de uma praça de toiros a ofender e a berrar quem escolhe livremente ir assistir à corrida…
3 – O “Encontro do Aficionado” continuou dentro da Praça de Toiros do Campo Pequeno com uma enchente de público nas bancadas. Todos a sentir um verdadeiro prazer em ir aos toiros, numa corrida onde houve muita cor, muitas emoções, uns, cheiros e nobreza. Que melhor resposta aos nossos adversários que é ter uma praça praticamente cheia, com 7000 pessoas a vibrar?
A primeira nota vai para o mentor/promotor desta iniciativa: o José Fernando Potier. Não querendo esquecer ninguém (porque todos foram importantes), quero dar os Parabéns ao Presidente da ANGF que se mostrou incansável para que este encontro fosse um verdadeiro sucesso e uma verdadeira festa dentro da nossa Festa de Toiros. A mensagem foi espalhada com muita antecedência, via e-mail, via sms, através da simples mas eficaz palavra… Tudo serviu para que o maior número de aficionados e simpatizantes do nosso querido espectáculo marcasse presença. E a mensagem passou e foi bem recebida!
Foram muitos os aficionados que se juntaram em frente do Campo Pequeno e que se associaram ao 1º “Encontro do Aficionado”, mostrando que somos muitos e que queremos defender a cultura tauromáquica portuguesa, as nossas corridas, as nossas tradições. Muita gente de todas as idades e estratos sociais, gente famosa e ilustres desconhecidos, todos quiseram afirmar como sentem prazer em ir aos toiros e como estão dispostos a dar a cara pelo nosso espectáculo. Poderíamos ter sido mais? É verdade. Podiam ter aparecido mais aficionados, toureiros, forcados, ganadeiros, empresários, jornalistas taurinos… Também é verdade que houve muitos que apareceram e depois dispersaram para ir jantar antes da corrida. Mas na hora de concentrar e mostrar união, olhei para aquela moldura humana e senti-me feliz. Éramos bastantes (com as nossas T-Shirts brancas!), com muita esperança que a Festa ganhe vitalidade. Primeiro os discursos de agradecimento e louvor à Tauromaquia e depois a animação, com o folclore vindo directamente de Coruche. Os aficionados reunidos aplaudiram e mostraram que, quando querem, podem juntar as suas forças. E é assim que tem que ser: cerrar fileiras, reunir e defender aquilo que é nosso. Para a semana há mais. E todas as Quintas-Feiras taurinas do Campo Pequeno prometem juntar os aficionados portugueses. Gostava muito que as pessoas mantivessem esta dinâmica e que a mesma fosse alargada. Que todas as semanas aparecessem muitos mais – principalmente aqueles que têm responsabilidades dentro da Festa. Espero que assim seja porque o espírito do “Encontro do Aficionado” é muito genuíno e bem português!
2 – Uma nota para a irresponsabilidade do Governo Civil de Lisboa em permitir que se concentrassem duas manifestações para o mesmo local. É, de facto, muito pouco prudente deixar que duas concentrações que defendem posições tão distintas se juntem no mesmo local, à mesma hora. O nosso “Encontro do Aficionado” estava marcado há 15 dias. Os apoiantes da ANIMAL resolveram marcar também a já tradicional concentração com meia dúzia de activistas extremistas para a mesma hora e ao lado do nosso convívio. Não houve distúrbios e tudo acabou por correr bem. Mas não deixa de ser lamentar pensar que o Governo Civil de Lisboa podia ter promovido uma verdadeira batalha campal. Nas próximas semanas não sei como irá ser e se voltarão a ser autorizadas duas manifestações. Mas pede-se bastante mais sensatez aos responsáveis políticos e administrativos. Ainda neste campo, não me parece nada correcto estar um grupo de pessoas a prejudicar uma actividade económica estando colados à bilheteira de uma praça de toiros a ofender e a berrar quem escolhe livremente ir assistir à corrida…
3 – O “Encontro do Aficionado” continuou dentro da Praça de Toiros do Campo Pequeno com uma enchente de público nas bancadas. Todos a sentir um verdadeiro prazer em ir aos toiros, numa corrida onde houve muita cor, muitas emoções, uns, cheiros e nobreza. Que melhor resposta aos nossos adversários que é ter uma praça praticamente cheia, com 7000 pessoas a vibrar?
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